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Polícia Civil de SC realiza grande apreensão de autopeças ilícitas

A Polícia Civil de Santa Catarina fez uma apreensão histórica em Criciúma: a maior já registrada no Brasil de autopeças ilegais. A ação aconteceu na tarde da última quinta-feira, 11 de junho, e faz parte da 51ª edição da Operação 311.

Esse trabalho foi liderado pela Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos da DEIC, em parceria com a Polícia Científica. O objetivo? Combater o comércio ilegal de peças automotivas que vêm de crimes patrimoniais, uma preocupação constante em nossa região.

Durante a fiscalização na loja, os policiais encontraram um enorme número de peças automotivas com suspeitas de origem irregular. Até agora, as investigações ligaram essas peças a 62 veículos diferentes. Desses, 55 tinham registro de furto ou roubo, e outros sete tinham a numeração identificadora suprimida, o que complica a checagem da legalidade. É um bom lembrete de que a cautela é fundamental na hora de comprar peças usadas!

Ainda há 56 itens que precisam ser periciados para continuar essa investigação. A Polícia Civil acredita que, com os exames em andamento, o número de veículos relacionados a essas peças pode ultrapassar 100. Esse volume só reforça a necessidade de um inquérito policial. Ele irá apurar a origem dessas peças e investigar se outras pessoas estão envolvidas nessa rede criminosa.

Uma tecnologia importante usada na operação foi a DIV, que significa Diagnóstico Inteligente Veicular. Essa ferramenta ajuda na identificação e rastreamento de componentes eletrônicos de veículos, tornando a verificação da legalidade das peças ainda mais precisa.

De acordo com a Polícia Civil, essa combinação de investigação, perícia e tecnologia está fortalecendo o combate ao mercado clandestino de autopeças. Essas ferramentas são essenciais para detectar veículos adulterados e desmantelar redes criminosas associadas a furtos e roubos.

As investigações continuam, e a análise das peças apreendidas está em andamento. Por enquanto, não há informações sobre prisões ocorridas durante a operação. É um lembrete de que precisamos ter cuidado com onde compramos, especialmente nos momentos em que o crime ainda paira sobre nossa sociedade!

Rodrigo Silva

Jornalista, pós-graduado em Comunicação e Semiótica, graduando em Letras. Já atuou como repórter, apresentador, editor e âncora em vários veículos de comunicação, além de trabalhar como redator e editor de conteúdo Web.

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