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Jovem indígena desaparecido é encontrado morto em Araquari

Um jovem indígena de 19 anos, que estava desaparecido desde a manhã de sexta-feira, 12 de junho, foi encontrado sem vida em uma área de mata próxima à Aldeia Indígena Tarumã Mirim, em Araquari. O corpo foi descoberto no início da tarde do sábado, 13 de junho, durante uma operação de busca que envolveu várias equipes.

O Corpo de Bombeiros Militar recebeu um chamado por volta das 9h20, após o desaparecimento ser registrado. Antes mesmo da mobilização oficial, moradores e lideranças da comunidade indígena já tinham iniciando buscas na noite anterior, depois de terem avisado a Polícia Militar.

Para a operação, um total de 34 pessoas se uniram: bombeiros militares, policiais, bombeiros voluntários de Araquari e Joinville, além de membros das Defesas Civis das duas cidades. A Polícia Militar também contou com o apoio do avião Águia-01 e a Defesa Civil usou um drone para ajudar no mapeamento da área.

Os trabalhos deram início com um planejamento cuidadoso e a coleta de informações. Uma equipe especializada dos Bombeiros Voluntários conseguiu identificar um possível rastro na vegetação, o que ajudou a definir a área de busca.

Com essa informação em mãos, a aeronave Águia-01 sobrevoou a região em busca do jovem, mas não encontrou sucesso. Então, cerca das 12h09, quatro equipes mistas foram enviadas para campo, compostas por bombeiros, agentes da Defesa Civil e guias indígenas que conheciam bem a região.

As equipes se aventuraram pela mata seguindo as indicações do cão de busca. Às 12h41, uma das equipes, acompanhada pelos Bombeiros Voluntários de Joinville, localizou o jovem em uma área de vegetação densa, mas infelizmente ele já não apresentava sinais vitais.

Após a descoberta, o local foi isolado com fita de segurança. A Polícia Civil e a Polícia Científica foram chamadas para realizar as investigações necessárias.

Com a finalização dos trabalhos de busca e a entrega da cena às autoridades competentes, o caso segue agora para apuração das circunstâncias da morte.

Rodrigo Silva

Jornalista, pós-graduado em Comunicação e Semiótica, graduando em Letras. Já atuou como repórter, apresentador, editor e âncora em vários veículos de comunicação, além de trabalhar como redator e editor de conteúdo Web.

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