Itajaí e Região

Risco de alagamentos em Florianópolis e Itajaí com mar agitado

Na tarde deste domingo (12) e na segunda-feira (13), Florianópolis e Itajaí entram em um alerta para possíveis alagamentos costeiros. A Defesa Civil de Santa Catarina está de olho na situação e identifica um risco moderado para algumas áreas mais vulneráveis dos dois municípios.

Essa preocupação está ligada a um sistema de baixa pressão se movendo em alto-mar, entre as costas do Sul e do Sudeste do Brasil. Essa movimentação deve aumentar a agitação do mar e elevar a maré na costa catarinense.

As ondas devem variar entre 2,0 e 2,5 metros, com picos que podem chegar até 3,5 metros em alto-mar. Essa combinação de mar agitado, ondas fortes e maré alta eleva a possibilidade de transtornos, principalmente em áreas muito próximas à faixa de areia.

Locais mais afetados pela maré alta

Os órgãos de segurança estão recomendando que tanto moradores quanto turistas fiquem atentos e redobrem os cuidados ao circular pelo litoral. A força das ondas e as correntes do mar podem causar acidentes, além de alagamentos e danos a estruturas perto da costa.

Alguns pontos que merecem atenção especial são:

– Não entrar em contato com a água do mar durante períodos de mar agitado;
– Evitar dirigir em locais alagados;
– Não atravessar pontes, pontilhões ou vias cobertas de água.

Florianópolis registra histórico recente de alagamentos pela maré

Recentemente, a cidade já enfrentou alagamentos devido à maré alta. Na última semana, a combinação do aumento do nível do mar, vento sul e mar agitado afetou trechos importantes das rodovias SC-405, no Sul da Ilha, e SC-401, no Norte. Isso provocou filas e lentidão no trânsito, mostrando como a infraestrutura da região é sensível a essas condições climáticas.

A região Sul da Ilha é uma das mais impactadas durante esses episódios, graças à sua localização. Portanto, mesmo com a previsão de novas oscilações climáticas, a recomendação é que a população fique de olho nas atualizações do tempo e siga as orientações dos órgãos de segurança.

Rodrigo Silva

Jornalista, pós-graduado em Comunicação e Semiótica, graduando em Letras. Já atuou como repórter, apresentador, editor e âncora em vários veículos de comunicação, além de trabalhar como redator e editor de conteúdo Web.

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