Itajaí e Região

Redes de SC lideram faturamento no varejo do Brasil

Dois grupos catarinenses estão fazendo barulho no cenário nacional do varejo, e isso é motivo de orgulho para o nosso estado! O Ranking da Abras (Associação Brasileira de Supermercados) de 2026, divulgado recentemente, colocou o Grupo Pereira na 7ª posição e o Grupo Koch na 8ª entre as maiores empresas do setor no Brasil.

O Grupo Pereira, que conta com bandeiras conhecidas como Fort Atacadista e Comper, faturou impressionantes R$ 17,53 bilhões em 2025, subindo da décima para a sétima colocação em relação ao ano anterior. Já o Grupo Koch chegou a R$ 12,92 bilhões, mostrando que a turma daqui não está para brincadeira quando o assunto é concorrência.

Redes de SC ganham destaque no mercado nacional

Esse resultado é um sinal claro de como as empresas de Santa Catarina estão se destacando no varejo alimentar brasileiro, que historicamente tem sido dominado por grandes redes de outros estados. No topo do ranking, estão nomes como Carrefour, Assaí e Grupo Mateus, que mantêm suas posições de destaque, mas que agora têm companhia forte lado a lado.

A pesquisa que revela esses dados é elaborada pelo Departamento de Economia e Pesquisa da Abras, em parceria com a NielsenIQ, e é uma das principais referências para entender o desempenho do setor supermercadista no Brasil. É a 49ª edição desse estudo, e quem diria que passar pelos supermercados de Santa Catarina teria um impacto tão grande no mercado nacional, não é mesmo?

Pesquisas sobre o varejo alimentar mostram números impressionantes

Além de destacar os grupos, o levantamento também mostra o tamanho desse mercado. Em 2025, o varejo alimentar brasileiro movimentou nada menos que R$ 1,145 trilhão, com um crescimento nominal de 7,32% e um avanço real de 3,68%. Isso revela não só a força do setor, mas também sua capacidade de se adaptar a diferentes cenários econômicos.

A pesquisa ainda aponta que o varejo alimentar representa 9,02% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil e conta com cerca de 439,7 mil lojas em operação. Isso resulta em aproximadamente 9 milhões de empregos, diretos e indiretos. Impressionante, né?

Um dado interessante é que o modelo de autosserviço, que muitos de nós estamos acostumados, representa quase metade do faturamento do setor, com 49%. Em segundo lugar, temos o atacarejo com 29%, enquanto que as micro e pequenas empresas ficam com 15%. Isso mostra a diversidade e a força do varejo alimentar em nosso país.

Rodrigo Silva

Jornalista, pós-graduado em Comunicação e Semiótica, graduando em Letras. Já atuou como repórter, apresentador, editor e âncora em vários veículos de comunicação, além de trabalhar como redator e editor de conteúdo Web.

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