Profissional em SC foi diagnosticado com catapora
A suspeita de mpox envolvendo um técnico de enfermagem em Itajaí, no Litoral Norte de Santa Catarina, foi descartada após os exames. O paciente, que estava internado no Hospital e Maternidade Marieta Konder Bornhausen, recebeu alta na sexta-feira (10) e foi diagnosticado com varicela-zoster, mais conhecida como catapora.
Tudo começou quando o homem, que trabalha pela rede municipal através de uma empresa terceirizada, apresentou sintomas e passou por uma avaliação. Amostras foram coletadas e enviadas para análise em um laboratório em Florianópolis.
O hospital informou que seguiu todos os protocolos médicos e que o paciente se recuperou bem, podendo voltar para casa. Além disso, a Secretaria de Saúde do município já havia confirmado que, até agora, não existem casos de mpox em 2026 na cidade.
Entendendo a mpox
A mpox é uma doença causada pelo vírus Monkeypox, que antes era chamada de ‘varíola do macaco’. Ela se espalha principalmente por contato próximo com pessoas infectadas. Um dos sintomas mais comuns é o aparecimento de erupções na pele, que parecem bolhas ou feridas, e podem durar de duas a quatro semanas.
Outros sinais que podem aparecer incluem febre, dor de cabeça, dores musculares, dor nas costas, cansaço e inchaço dos gânglios. As lesões podem surgir em várias partes do corpo, como no rosto, nas palmas das mãos, nas solas dos pés, na virilha e nas regiões genitais ou anais.
O que fazer se houver suspeita?
Se você suspeita que está com mpox ou já recebeu um diagnóstico positivo, é fundamental iniciar o isolamento imediatamente. Isso envolve evitar o compartilhamento de itens pessoais como toalhas, roupas, lençóis e utensílios de cozinha, até o fim do período de transmissão, como orienta o Ministério da Saúde.
O tratamento não é curativo, mas foca no alívio dos sintomas e na prevenção de complicações. É sempre bom lembrar: cuidar da saúde é prioridade.



