Preços na orla de Balneário Camboriú afetam banhistas
A praia cheia é sinônimo de verão, certo? Mas, em Balneário Camboriú, essa diversão pode pesar no bolso. Os preços variam dependendo da área da orla, e se você quer aproveitar o dia sem dor de cabeça financeira, é bom planejar.
Conhecida como a “Dubai brasileira”, a cidade tem seus preços definidos de forma coletiva. Os valores de cadeiras, guarda-sóis e as delícias vendidas na areia são estabelecidos em reuniões da Associação dos Quiosques de Milho e Churros. Esses valores não aparecem do nada; eles levam em conta custos com insumos, mão de obra e as mudanças de estação.
Como explica Edimar dos Santos Souza, presidente da associação, todos os custos são somados para calcular um preço que ainda permita uma margem de lucro. Ele ressalta que essa estratégia ajuda a equilibrar variações de preço ao longo do ano. Mesmo assim, os proprietários dos quiosques podem cobrar o que acharem justo. Edimar destaca que se o preço for alto demais, os clientes podem acabar fugindo.
Ele também observa que o turista está mais esperto e sabe quanto custam as coisas. Portanto, um preço excessivo pode custar mais caro para quem está vendendo.
## Quanto custa passar o dia na praia em Balneário Camboriú
Se você está pensando em passar um dia curtindo a areia, vai encontrar algumas opções bem gostosas. Entre os produtos mais populares estão os churros — tanto os tradicionais quanto os salgados desta temporada — e o famoso milho na espiga ou no pratinho.
Os preços na orla variam. Os churros podem custar entre R$ 15 e R$ 20, enquanto o milho na espiga sai por R$ 15. Se preferir o milho no pratinho, prepare-se para desembolsar até R$ 20. A água mineral começa em R$ 7 e a água de coco chega a R$ 15.
Agora, se a ideia é conforto, alugar duas cadeiras e um guarda-sol pequeno custa em torno de R$ 100. Para guarda-sóis maiores, os preços variam bastante, de R$ 60 a R$ 150, dependendo do modelo e do local na orla.
## Em Balneário Camboriú, Procon acompanha preços de perto
O Procon de Balneário Camboriú está de olho nos preços praticados. Um dos principais problemas que eles enfrentam são as reclamações sobre a falta de preços visíveis nos estabelecimentos.
Bruno Costa, diretor do Procon, comenta que muitos consumidores se queixam que, ao chegar em um quiosque, não conseguem ver os preços, o que pode resultar em cobranças mais altas do que o esperado. “É fundamental que o preço seja o mesmo para todos. A precificação é muito importante”, destaca ele.
Denúncias sobre preços podem ser feitas através dos canais disponíveis no site da Prefeitura, por telefone, e-mail ou presencialmente. O telefone do Procon é 47-3267-7144.
## Comparativo com Itapema
Se você está pensando em visitar Itapema, saiba que os preços são um pouco diferentes. Por lá, por exemplo, o milho na espiga começa a partir de R$ 10 e no pote, R$ 15. Os churros variam entre R$ 10 e R$ 15. Para alugar cadeiras, os preços partem de R$ 20 e para guarda-sol, R$ 50.
A dica para quem deseja aproveitar o litoral norte de Santa Catarina é sempre pesquisar e negociar. Assim, dá para aproveitar o verão sem estourar o orçamento.



